ESTOU A FALHAR DE MANEIRA DIFERENTE?
“A arte de saber falhar.”



Atualmente é ingénuo pensar-se que um qualquer problema com que nos confrontamos é impossível de resolver.
Assumir que os erros vão acontecer e que estes fazem parte do caminho que escolhemos, é sempre um bom princípio. Bem como lidar com a falta de progresso e com a ideia de que cometer diferentes erros é avançar e progredir na investigação.

Na verdade, é que durante o decorrer do seu projeto ou objetivo, este raramente termina em falhanço total.


Antes de mais queremos comunicar que maioritariamente os nossos conteúdos e mesmo todo o nosso trabalho, rege-se se por um lado inquisitivo. É este lado que nos faz por em causa cada situação e estimula a perceção de outras perspetivas e a criatividade. Estes elementos são esenciais para abordarmos temas e necessidades profissionais que conduzem à Estratégia de Negócio e Comunicação mais adaptada.

Acreditamos que o nosso valor é determinado pela qualidade das nossas perguntas.


A base de qualquer projeto começa com 3 perguntas iniciais.
Porquê que quero fazer o que vou fazer?
E se existisse outra forma de o fazer?
Como posso fazer o que quero fazer?

Posteriormente e antes de iniciar uma nova aventura, é importante que lance questões sobre todo o seu novo processo de trabalho. A ideia é moderar as suas expectativas e chegar a resultados cada vez mais concretos.
— O que significa para mim o falhanço?
— Como é que eu distingo entre um falhanço aceitável e um inaceitável?
— Como é que a minha ideia ou o esforço falharam?
— Como posso extrair uma lição deste fracasso?
— Estou a falhar de maneira diferente?
— Se eu falhar como é que recupero?
— Se acontecer o pior, como é que posso aguentar-me?

São os pequenos ganhos originam grandes conquistas, no entanto a determinada altura vai acontecer que duvide de si mesmo. Nessa altura a pergunta ideal é:
— Nesta situação o que faria uma pessoa otimista e confiante?

As perguntas podem trazer-nos elementos encorajadores e informações que nos mantêm em linha com o nosso primeiro “Porquê”, evitam a introdução de elementos de distração e garantam um foco comum.
— Se eu não fizer nada, o que acontecerá?
— O que vale verdadeiramente a pena, quer falhe quer seja bem-sucedido?

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